Programetes SexCidade

 

Leia aqui informações sobre os temas abordados no programa Sexcidade que vai ao ar toda quinta-feira a partir das 22:00 dentro do programa "Pega leve".

 


Bareback: uma prerigosa cavalgada!



Cresce a indústria de filmes pornôs em que atores não usam camisinha. ..

O “bareback” surgiu nos anos 90, quando um grupo de americanos começou um movimento contra o uso da camisinha. O principal argumento era de que a prática do “bareback” seria um direito individual. Assim, as campanhas contra Aids intervinham no direito à livre escolha das pessoas.          

       Fábio enfatiza que, durante a gravação de seu filme, o preservativo foi constantemente usado. “Esse é um pré-requisito fundamental para nós”. Na produtora dele, existe uma equipe de médicos, advogados e assistentes sociais para garantir a segurança dos atores.Para o presidente do MGM, Oswaldo Braga, o sexo “bareback” é mais do que uma polêmica: “É uma postura perigosa”, ressalta. “A camisinha é a única arma que temos contra a Aids, por isso ela nunca pode ser vista como um empecilho ao prazer sexual”, argumenta.Nos EUA, a indústria de filmes pornográficos ajuda na popularização dessa prática. No Brasil, ainda é raro a produção de filmes “bareback”. Enquanto isso, no mundo todo, a Aids continua atingindo mais e mais pessoas. O preservativo é a única forma que temos de nos prevenir. A decisão é sua, mas é melhor não correr o risco, né?

        Antes de tudo, use sempre camisinha! E desconfie do que você vê na tela. Internet e vídeolocadoras estão sendo invadidas por filmes pornográficos gays em que atores transam sem preservativo. Classificados como “bareback” – expressão que significa “cavalgada sem sela” – esses filmes põem em risco a saúde dos atores e acendem a discussão sobre prevenção à Aids. A polêmica está lançada: o filme pornô pode influenciar a decisão dos espectadores quanto ao uso da camisinha?

          A psicóloga Maria Lúcia de Freitas Beraldo, mestre em sexualidade humana, acha que sim. “Filmes eróticos são um meio de despertar fantasias. O problema está quando eles funcionam como uma espécie de gatilho, despertando no espectador curiosidade pelo que é praticado na tela. No caso dos filmes com sexo sem camisinha, pode ser que eles incentivem, sim, a falta de proteção na hora da transa”, afirma.

        O diretor da produtora pornô Proibidos, de Juiz de Fora (MG), Fábio Pitbull, concorda. “Os filmes pornográficos mexem com a imaginação. Por isso, o sexo seguro tem que ser sempre ressaltado. Se o filme for feito sem o uso do preservativo, pode incentivar esse tipo de relação”, acrescenta Fábio, que acaba de dirigir a primeira produção erótica local: “Bonecas Proibidas”, com travestis.

       Para impedir a popularização do “bareback”, Oswaldo Braga dá uma sugestão: “As locadoras e sites pornográficos deveriam optar por disponibilizar apenas vídeos que priorizam o sexo seguro”. Assim, com o mercado reduzido, os filmes “bareback” se tornariam opções inviáveis para as produtoras.Camisinha sempre!!!


fonte: MGM Revista 13: Sexo e saúde
http://www.mgm.org.br/portal/modules.php?name=News&file=article&sid=448



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