ATENÇÃO!!! È permitida a utilização, total ou parcial, das idéias e dos textos abaixo, desde que indique a autoria da Profa. Maria Lúcia de Freitas Beraldo. A referência bibliográfica deve ser feita da seguinte maneira, de acordo com a NBR 6023 – ago./2000 :  

Beraldo, M.L.F. Título do texto Disponível em: www.sexologiajf.com.br | Acesso em:(colocar a data em que acessou a página).


A subsistência do Amor


É certo que a paixão não dura para sempre. Depois de alguns anos, a chama da paixão desenvolve-se em outro tipo de  relacionamento, que pode variar de  mais maduro e agradável a  insatisfatório, invadido pelo tédio, frustrações ou  disputa de poder: isto vai depender do grau de compromisso  de cada um. 
            É de senso comum que uma paixão, em solo fértil, transforma-se em amor. Contudo, mesmo o amor sofre alterações. Isto porque, assim como as pessoas mudam individualmente, por conta de suas experiências de vida,  a relação também muda. Assim,  da mesma forma que  vemos as coisas sob prismas diferentes quando temos 23 ,  43 e 63 anos de idade, .. um casamento com 2,  5 anos de relacionamento é diferente daquele com 15, 20 ou mais.  Primeiro, porque o  momento do casamento também é dinâmico: a busca em produzir um patrimônio, o nascimento dos filhos...existem casais que se dão muito bem  neste início da vida a dois...contudo, com o tempo,  um resolve investir mais na carreira...ou nos estudos... e o outro fica estacionado...podemos perceber então que o casamento não é mais o mesmo .A constatação que se faz é que o que une o casal não é apenas o amor: uma liga especial é imprescindível, que é  ter um projeto de vida a dois, ao longo de toda a vida conjugal. Quando se começa a  fazer planos  considerando somente a si, ou quando o outro não acompanha nossas aspirações,  percebemos que  a natureza da relação foi corrompida.  Trilhando em uma mesma direção,  mesmo que com objetivos individuais, mas contando com a presença do outro, o dinamismo da vida conjugal acompanha o dinamismo do crescimento pessoal. Desse modo, aprendemos as idiossincrasias do parceiro(a), já nos deparamos com as decepções estimuladas pela paixão inicial. Contudo, se somos capazes de observar as qualidades  que são  demonstradas ao longo de tantas oportunidades, pode ser muito agradável perceber que escolheria a mesma pessoa, mesmo passado tanto tempo. Talvez seja este o ponto: as pessoas idealizam tanto a paixão que,  ao acompanharem os romances e as novelas, vendo toda aquela urgência afetiva e ardor sexual, vêem a calmaria de suas vidas e pensam que perderam alguma coisa no passado. Mas é importante pensar que  a intenção de todo apaixonado é viver com aquele amor para sempre: fazer planos juntos, fazer parte da vida do ser amado. Ou seja: chegar justamente aonde já chegamos. E muitos quebram a cabeça para descobrir que o melhor lugar em que gostariam de estar... é exatamente aquele que ocupam.



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