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ATENÇÃO!!! È permitida a utilização, total ou parcial, das idéias e dos textos abaixo, desde que indique a autoria da Profa. Maria Lúcia de Freitas Beraldo. A referência bibliográfica deve ser feita da seguinte maneira, de acordo com a NBR 6023 – ago./2000 : 

Beraldo, M.L.F. Título do texto Disponível em: www.sexologiajf.com.br | Acesso em:(colocar a data em que acessou a página).


Frequência Sexual


Qual é a frequência de atividade sexual de um casal normal?

A frequência da atividade sexual, como todo o tipo de expressão sexual, varia de acordo com a cultura ,  época,  pessoa  e  casal. Para termos  uma idéia de como a cultura e a época  influenciam na  prática sexual, lembro que  no período inicial da Idade Média - o qual era totalmente dominado pela Igreja  católica - os teólogos recomendavam a abstenção sexual  em todas as quintas-feiras, em memória da prisão de Cristo; às sextas-feiras, em memória de Sua morte; aos sábados, em honra à Virgem Maria, aos domingos, em homenagem à Ressurreição, e às segundas-feiras em comemoração aos mortos.  As terças e quartas feiras,  supostamente liberadas, também eram amplamente abrangidas pela proibição durante  jejuns e festivais. Além, disso, dever-se-ia  respeitar  toda a quaresma, Petencostes e Natal e, quando fosse comungar, dever-se-ia guardar cinco dias prévios de abstinência sexual. 

Dá para perceber que, durante este período, o sexo não era considerado algo importante para a felicidade conjugal, sendo necessário apenas  para a procriação.  Muito tempo se passou, e a pressão contra o sexo daquela época é proporcional à pró-sexo de hoje, onde  "todos os anúncios afirmam que é bom amar".  Contudo, um adolescente comumente se masturba mais do que um adulto. Um casal apaixonado no início do envolvimento também tem uma atividade sexual mais constante. Com o tempo, a frequência pode ir diminuindo, mas pode trazer mais satisfação, na medida em que o casal se conhece e tem mais intimidade sexual. Outro fator importante são as contigências que se está vivendo: condições de saúde e  preocupações específicas, ainda que por parte de apenas um, pode  influenciar na frequência da atividade sexual do casal. Mas não existe um número  ideal de frequência  de atividade sexual, e o importante  continua sendo a qualidade, e não a quantidade.  No entanto, quando a frequência está  muito abaixo do desejado por uma das partes, o ideal  é o diálogo franco, para juntos poderem solucionar a questão da forma mais viável. 

Maria Lúcia Beraldo
Psicóloga/mestre em Sexualidade humana



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